Em nosso projeto de G2 decidimos seguir a ideia da Carteira Gamer (ou carteira eletrônica) que possuiria um display para mostrar dados relacionados às finanças do seu dono, como por exemplo seu saldo no banco e nos jogos no qual foi usado dinheiro. Uma das funções que também ponderamos era a possibilidade de mostrar a quantidade de dinheiro dentro da carteira junto ao total disponível no banco sem ter que abri-la e conectar todas essas fontes e contas em um só lugar, que está sempre consigo e é imune a assaltos por precisar das digitais do dono para ser acessada.
A carteira expandirá a interação do homem com seu dinheiro. As notas e moedas serão muito mais fáceis de se controlar e todo valor monetário estará conectado entre si, de forma que o usuário poderá converter seu dinheiro livremente e digitalmente entre qualquer moeda do mundo -após aplicadas as leis e taxas para estes tipos de transação- e realizar transações pela sua carteira.
Sua tela não “forçará os olhos”. A existência de telas em carteiras de couro expandirá a visão, uma vez que possibilitará a presença de telas em outras superfícies não convencionais por meio da E-ink. Atualmente a ideia de telas está atrelada à televisão, ao celular e ao computador. Há também as telas de cinema e projetores. A carteira será sua própria tela: a tinta será controlada por impulsos eletromagnéticos no próprio couro da carteira (não sendo, assim, uma projeção nem tendo efetivamente uma tela de vidro ou outro material), mas só teria a tinta na parte de fora do couro.
A ideia da carteira eletrônica surgiu para facilitar o controle do dinheiro que cada um tem, pois às vezes é necessário comprar algum objeto e não sabemos ao certo quanto dinheiro e quais moedas/notas temos em nossa carteira antes de abrí-la. As pessoas não precisarão ter dinheiro físico mais, pois todas as contas poderão ser pagas pela carteira.
Para este fim, pesquisamos alguns scanners por bluetooth que poderiam fazer a contagem de notas e valor presentes na carteira a serem mostrados no display. Este scanner especificamente é fino o suficiente para ser posto dentro do tecido da carteira (possui a finura de um cartão de crédito) o único problema seria que ele só analisaria a nota perto da parede da carteira, as outras teriam que ter outra solução. O scanner poderia servir também para ler os cartões postos dentro da carteira e comprovar o acesso às contas dos bancos.

Nosso trabalho ainda não foi nomeado, por isso ainda consta como “Carteira Eletrônica”. A função principal do produto é o acesso facilitado das diversas contas monetárias existentes do usuário, seja ela composta de moedas reais (conta real no banco, ações) ou de dinheiro fictício (Pontos de Jogos, Bitcoin), para que ele tenha um controle maior sobre suas finanças.
As funções secundárias se baseiam no acesso. Caso você possa ver todas as informações financeiras das contas, não seria bom poder fazer transações direto por lá também? A carteira pode fazer compras e transferências entre todas as contas, além de compras simples como em transportes públicos (será desnecessário usar cartões como o RioCard) e transferências maiores por Bluetooth para maior segurança.
Sua tela seria baseada na tecnologia das telas de Kindle (e-readers), que não utilizam luz (e sim um tipo de tinta magnética, composta por muitas esferas metade brancas e metade pretas que giram de acordo com cargas elétricas) para produzir imagens mais confortáveis para os olhos. Essa tecnologia presente nas telas foi desenvolvida no MIT e é comercializada pela empresa E-Ink Corporation.
A carteira inteira seria a tela, mas só teria a tinta na parte de fora do couro. A lingueta da carteira teria um sistema de biometria (das digitais) acoplado nela para que a carteira possa ser aberta e sua tela ligada ao puxar do bolso. A biometria também poderá ser usada como uma forma de assinatura do usuário ao fazer compras (sem a necessidade de senha – em compras estilo por cartão – ou assinatura manual).


As moedas presentes na carteira teriam ligação direta com um conversor. Isso serviria não só para, de fato, convertê-las umas em outras mas também para controlar seus gastos ou fazer investimentos. Como compras serão feitas pela carteira, esses conversores também estariam ligados aos jogos, podendo converter de Real para RP do jogo League of Legends, ou de Dólar para Gems do jogo Guild Wars 2, por exemplo.

As funções que ela irá desempenhar são as seguintes:
- terá um scanner de notas dentro dela (para reconhecer quanto dinheiro físico você tem no momento)
- terá acesso à contas bancárias/ de jogos/ saldo em cartões de mobilidade urbana para informar seu saldo em cada um
- histórico de transações
- cotação de diversas bolsas de valor
- permite a conversão de moedas
- acesso à uma calculadora financeira
- acesso à Wi-fi
- recarregamento à distância (por Indução)
- Desbloqueamento da carteira e “assinatura” por biometria
Por isso, ela poderá ser usada em qualquer situação que uma carteira seria usada, mas com a facilidade de não ter que tirar sempre o dinheiro ou os cartões de dentro dela.
- Pagar o ônibus
- Realizar compras por cartão em qualquer estabelecimento
- Converter moedas em qualquer lugar
- Comprar e vender ações
- Realizar compras em jogos onde quiser






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